Atriz celebra retorno de ‘por amor’ e elogia: “não é sucesso à toa”

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Após um longo trabalho em Chiquititas, do SBT, a atriz Giovanna Gold está de volta à telinha, mas na Globo, onde aparece na pele de Kátia, amiga de Lídia (Regina Braga), em Por Amor, no Vale a Pena Ver de Novo.

“A Kátia era aquela fofa, amiga da cabeleireira. E concebi o personagem meio mamma”, analisou a atriz ao Gshow. “A fama que a Globo dá é uma delícia. Pergunto logo: ‘Quer tirar foto?’ É aquela farra”, contou a atriz.

“Ou seja, não é sucesso à toa. Estava na Saara (Rio de Janeiro), e as meninas do caixa, uma família e os seguranças vieram me falar de Por Amor”, disse a famosa. Além da atuação, ela é escritora e possui quatro livros lançados, está montando uma peça e pretende investir no setor de alimentação saudável.

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“Busco um investidor para um scooter truck com a alimentação mais saudável que existe. Acho que a humanidade está precisando consumir luz. Suco de luz é uma alimentação germinada. A semente pega a luz e germina, portanto, é energia vital que se ingere. Muito bom para a saúde, para as células, para o cérebro, para o sangue. Além de ter uma sobra enorme de lixo orgânico, que iria para a compostagem virar adubo”, apontou Giovanna, mostrando o seu lado de consciência ambiental.

O QUE DIZ GABI DUARTE:

Em 1997 estreou Por Amor, novela que está de volta à Globo no Vale a Pena Ver de Novo, trazendo nos papéis principais Helena (Regina Duarte) e Maria Eduarda (Gabriela Duarte), uma das personagens mais criticadas e odiadas da história das novelas.

Em entrevista, Gabi comentou sobre a volta da clássica história às tardes do canal carioca: “Não tenho assistido por conta do horário. Mas, pelas redes sociais, vejo muitos comentários positivos sobre a trama. Me surpreendo e fico feliz com esse carinho que as pessoas têm pela história”.

Sobre as críticas que Maria Eduarda sofreu, ela confessou como se sentia na época: “Nunca enxerguei como críticas pessoais. Acho que o Manoel Carlos escreveu a personagem exatamente daquele jeito, nada muito diferente. E o contato com o público era outro, porque as pessoas comentavam diretamente na rua, então, dava para sentir o tom”.

E acrescentou: “Além disso, a personagem me exigiu dedicação, tempo e responsabilidade. Me envolvi com o trabalho e não foquei nisso. Mas acredito que, se um profissional, principalmente uma figura pública, não soube lidar com esses retornos negativos, não pode ter essa profissão. Esse aprendizado vem com o tempo e eu aprendi ainda muito nova”.