Goo hara, cantora de k-pop, deixou bilhete ‘pessimista’ antes da morte, diz polícia

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Cantora de 28 anos foi encontrada em sua casa no sul de Seul, na Coreia do Sul.
Goo Hara, cantora de K-pop, deixou bilhete 'pessimista' antes da morte, diz polícia

Goo Hara em 10 de julho de 2012 em uma conferência de imprensa em Cingapura — Foto: Wong Maye-E/AP

Goo Hara deixou um bilhete “pessimista”, disse a polícia nesta segunda-feira, um dia depois de a ex-integrante da Kara, a principal banda feminina de K-Pop da Coreia do Sul, ser encontrada morta.

“Um bilhete manuscrito pessimista a respeito de sua vida foi encontrado em uma mesa da sala de estar”, disse Lee Yong-pyo, comissário da Agência de Polícia Metropolitana de Seul, a repórteres.

Fãs de luto foram à casa funerária de Koo nesta segunda-feira, e suas colegas cancelaram os compromissos e transmitiram suas condolências.

Goo, de 28 anos, foi encontrada em sua casa no sul de Seul perto das 18h de domingo. Mais conhecida como Hara em outras partes da Ásia, Goo se queixou do assédio na internet.

Em junho, um mês depois de ser encontrada inconsciente em casa e hospitalizada, ela disse nas redes sociais que estava sendo difícil combater a depressão e prometeu reagir com severidade a comentários maldosos na internet.

“É muito triste que ela tenha tido que sofrer com comentários odiosos e desumanos sendo tão jovem só porque era uma celebridade”, disse Kim Nam-gun, estudante de 20 anos, à agência Reuters. Ela estava entre as cerca de 20 fãs que foram à casa funerária.

Koo estreou com a girl band de cinco integrantes Kara em 2008. Elas ajudaram a impulsionar a onda global de K-pop, angariando muitos seguidores no Japão, na China e em outros países.

Após o final de seu acordo com uma agência sul-coreana de representação, Koo se lançou em carreira solo no Japão, onde fez uma apresentação neste mês.

Sulli, outra estrela do K-pop, ex-integrante da banda feminina f(x) e amiga íntima de Koo, foi encontrada morta em sua casa em outubro. Sulli, de 25 anos, cujo nome verdadeiro era Choi Jin-ri, também havia se queixado do assédio cibernético.