Inês nega joão aranha como pai e afirma: ‘não acredito no amor’ em éramos seis

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Inês nega João Aranha como pai e afirma: 'Não acredito no amor' em Éramos Seis

Inês (Carol Macedo) discute com Shirley (Barbara Reis) em ‘Éramos Seis’ — Foto: Globo

Dez anos se passaram em ‘Éramos Seis, e a filha de Shirley se torna uma mulher triste e amargurada

Quando criança, Inês (Carol Macedo) era uma menina cheia de vida, mas era constantemente repreendida por Shirley (Barbara Reis), que tinha muito medo que a filha tivesse o mesmo destino que o seu e virasse uma mulher amargurada. Em Éramos Seis, as duas viviam em São Paulo junto com Afonso (Cássio Gabus Mendes), que criou a menina como se fosse sua filha.

Mas o pai biológico de Inês é João Aranha (Caco Ciocler), o grande amor da vida de Shirley. O retorno dele foi um verdadeiro tormento na vida de todos, mas, no fim das contas, ele conseguiu reconquistar a mãe de sua filha, e levou as duas embora junto com ele.

A menina, no entanto, nunca digeriu a ideia de abandonar Afonso e Carlos (Danilo Mesquita), seu amor da infância. Cheios de saudades, eles escreviam cartas um para o outro, mas João Aranha escondia todas, e Inês cresceu acreditando que havia sido esquecida por todos da sua infância. Assim, se tornou o que a mãe sempre temeu: uma mulher amargurada, sozinha e triste.

Shirley (Barbara Reis) pede que Inês (Carol Macedo) chame João Aranha (Caco Ciocler) de pai — Foto: Globo

Na novela das 6, ao chegar em casa e encontrar Shirley e João brigando, Inês vai para o quarto, e sua mãe logo vai atrás.

“Brigando de novo com João Aranha, mãe?”, pergunta a filha.

“Com seu pai! Custa você chamar ele de pai?”, diz Shirley, aflita.

Inês desconversa, e a mãe afirma que um dia, quando a filha amar alguém, vai entendê-la melhor.

“Eu não vou amar ninguém. Não acredito no amor”, responde Inês.

Inês (Carol Macedo) se recusa a chamar João Aranha (Caco Ciocler) de pai em ‘Éramos Seis’ — Foto: Globo

Éramos Seis é escrita por Angela Chaves, baseada na novela original escrita por Silvio de Abreu e Rubens Ewald Filho, livremente inspirada no livro de Maria José Dupré. A direção artística é de Carlos Araújo.